Projeto concebido originalmente para a área de Ideias do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasília, Mitos do Teatro Brasileiro é calcado na memória das artes cênicas nacionais.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Pluft, o fantasma do cinema
Um anel por refletores do Tablado
O choro de Grande Othelo
Conta a escritora Rachel Jardim, em seu livro “Os Anos Quarenta” que durante uma apresentação da peça Nossa Cidade, 1954, um dos grandes sucessos dos primeiros anos do Tablado, o ator Grande Otelo se emocionou tanto que não conseguiu controlar o choro, caindo em prantos
para espanto da platéia que sempre o identificava como um ator cômico.
Políticos prestigiam O Tablado
Tanto sucesso fez a montagem desta peça no Tablado, em 1955, que numa de suas últimas apresentações encontravam-se na platéia nada menos que o então presidente da República, Café Filho, além de dois Ministros – Raul Fernandes, das Relações Exteriores, e Eugenio Gudin, então Ministro da Fazenda. Neste dia, o ator Nelson Dantas que fazia o papel de Lord Edgard ficou doente e foi substituído pelo diretor da peça, Geraldo Queiroz que, diante de tão seleta platéia chegou a se atrapalhar, errando marcações, sem, no entanto, prejudicar o espetáculo que acabou com a platéia aplaudindo de pé.
Barbara Heliodora, a Bruxa Chefe
Coisas de Maria Clara Machado
O nascimento de O Tablado
Este grupo pode ser considerado o “embrião” do Tablado que viria a ser criado em 1951.